Ordem do Culto 31-03-2024
Jesus — Ministério, Morte e Ressurreição
Vídeo: É sexta-feira (narrado por Pr. Marcelo Pedro)
- Hino: Porque Ele vive (2x só o estribilho)
Oração de Louvor e Adoração
Boas-Vindas
- Ofertório: A Ele a Glória (Ministério de Louvor) (Diante do Trono)
Oração de Consagração de Vidas e Bens
Mensagem Musical: É páscoa — Lara e Bebel
O Ministério de Jesus
“Depois do batismo de todo aquele povo, Jesus também foi batizado. E, quando Jesus estava orando, o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu na forma de uma pomba sobre ele. E do céu veio uma voz, que disse: Tu és o meu Filho querido e me dás muita alegria. Jesus começou o seu trabalho quando tinha cerca de trinta anos de idade.” Lucas 3:21-23
O início do ministério de Jesus na terra é marcado pelo seu batismo no rio Jordão por João Batista, um momento simbólico de consagração e revelação da sua identidade divina. Após o batismo, Jesus é levado ao deserto, onde jejuou por quarenta dias e foi tentado pelo diabo, demonstrando sua resistência espiritual e sua fidelidade ao propósito que Deus lhe havia confiado. Ao retornar do deserto, Jesus começa a pregar o evangelho do Reino de Deus, realizando milagres, ensinando sobre o amor e a justiça de Deus e chamando os discípulos para segui-lo. Assim, o início do ministério de Jesus é caracterizado por sua autoridade espiritual, sua compaixão pelos necessitados e sua missão de proclamar a chegada do Reino de Deus na terra.
Como a estrela da manhã anuncia o amanhecer e traz esperança de um novo dia, Jesus representa a luz que dissipa as trevas do pecado e da morte, trazendo consigo a promessa da salvação e da vida eterna. Essa metáfora ressalta a importância de Jesus como guia, referência e fonte de esperança para aqueles que o seguem, revelando sua natureza celestial e sua missão redentora na história da humanidade. Como a Estrela da Manhã, Jesus brilha com a luz do amor divino, convidando a todos a segui-lo e a encontrar nele a verdadeira vida e a verdadeira luz que nunca se apaga.
- Louvor: Estrela da Manhã (Ministério de Louvor) (corinho)
Os milagres de Jesus
“Então o dirigente da festa provou a água, e a água tinha virado vinho. Ele não sabia de onde tinha vindo aquele vinho, mas os empregados sabiam. Jesus fez esse seu primeiro milagre em Caná da Galileia. Assim ele revelou a sua natureza divina, e os seus discípulos creram nele. Ainda há muitas outras coisas que Jesus fez. Se todas elas fossem escritas, uma por uma, acho que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos.” João 2:9e 11, 21:25
Os milagres de Jesus são narrados nos evangelhos como demonstrações do seu poder divino e da sua compaixão pelos necessitados. Jesus realizou diversos milagres durante o seu ministério terreno, tais como curas de enfermidades, ressurreições, controle sobre os elementos da natureza e expulsões de demônios.
Um dos milagres mais conhecidos é a transformação da água em vinho nas bodas de Caná da Galileia. Nesse episódio, Jesus demonstra o seu poder sobre a natureza ao realizar um ato sobrenatural para manifestar a sua glória aos presentes.
Os milagres de Jesus são considerados sinais do Reino de Deus que estava sendo inaugurado por meio da sua presença na terra. Eles evidenciam o amor, a misericórdia e o poder de Jesus, convidando as pessoas a crerem nele e a seguirem os seus ensinamentos.
Os milagres de Jesus são testemunhos da sua divindade e do seu propósito de trazer salvação e restauração para a humanidade. Eles revelam o poder de Deus agindo por meio do seu Filho, que veio ao mundo para nos redimir e nos reconciliar com o Pai.
- Música: Milagres — Crianças (Diante do Trono)
Os 12 discípulos e a última Ceia
“E Jesus, andando junto ao mar da Galileia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, que lançavam a rede ao mar, porque eram pescadores. E disse-lhes: venham comigo, e eu vos farei pescadores de homens. Então eles, deixando logo as redes, seguiram Jesus.” Mateus 4:18–20
A escolha dos 12 discípulos por Jesus é um momento crucial em seu ministério, pois representa a formação de um grupo seleto de seguidores que seriam testemunhas oculares de seus ensinamentos e milagres. Segundo os evangelhos, Jesus escolheu os 12 discípulos entre seus seguidores para que estivessem próximos a ele, aprendendo e sendo capacitados para dar continuidade à sua obra após a sua partida.
A última ceia, realizada por Jesus com seus discípulos, é um dos eventos mais significativos da bíblica. Nesse momento, Jesus compartilha pão e vinho com os discípulos, instituindo a Santa Ceia como um símbolo do seu sacrifício iminente na cruz. Ao partilhar esses elementos, Jesus revela a natureza sacrificial de sua missão e convida os discípulos a lembrarem-se dele por meio desse ato simbólico.
Durante a última ceia, Jesus também faz previsões sobre sua traição e a negação de Pedro, demonstrando seu conhecimento profético e sua aceitação do plano divino para a redenção da humanidade. Esse momento de comunhão e revelação fortalece o vínculo entre Jesus e seus discípulos, preparando-os para os eventos que estavam por vir e para a continuidade da obra do Reino de Deus após a sua ressurreição.
- Música: Vinho e Pão — Homens de Fé e Mulheres de Guerra (Fernanda Brum)
A prisão e a crucificação de Jesus
"Ele foi maltratado, mas aguentou tudo humildemente e não disse uma só palavra. Ficou calado como um cordeiro que vai ser morto, como uma ovelha quando cortam a sua lã. Foi preso, condenado e levado para ser morto, e ninguém se importou com o que ia acontecer com ele. Ele foi expulso do mundo dos vivos,foi morto por causa dos pecados do nosso povo.” Isaías 53:7,8
O momento da prisão de Jesus no jardim do Getsêmani marca o início dos eventos que culminariam em sua crucificação. Enquanto Jesus orava fervorosamente, foi traído por Judas Iscariotes e preso pelas autoridades religiosas. Esse episódio simboliza a traição e a entrega voluntária de Jesus para cumprir o plano divino de redenção da humanidade. Mesmo diante da adversidade, Jesus demonstrou sua submissão à vontade do Pai e sua disposição em sofrer em prol da salvação da humanidade.
O julgamento de Jesus foi marcado por uma série de eventos injustos e arbitrários, nos quais ele foi acusado de blasfêmia e de se proclamar o Filho de Deus. Diante de Pilatos e das autoridades romanas, Jesus permaneceu em silêncio em muitas ocasiões, cumprindo as profecias do Antigo Testamento sobre o Messias que sofreria em silêncio diante de seus acusadores. O julgamento de Jesus revela a injustiça e a crueldade dos homens, mas também a sua submissão voluntária ao plano divino de redenção.
A crucificação de Jesus é o ápice da sua missão terrena, representando o sacrifício supremo pelo perdão dos pecados da humanidade. Ao ser crucificado no Calvário, Jesus suportou dores físicas e emocionais indescritíveis, demonstrando seu amor incondicional e sua obediência ao Pai até o último momento. A crucificação de Jesus não apenas simboliza a redenção e a reconciliação com Deus, mas também revela a vitória final sobre o pecado e a morte, inaugurando uma nova era de esperança e salvação para todos que creem nele.
- Música: Getsêmani — Juventude (Leonardo Gonçalves)
Tetelestai — O preço foi pago!
“Já era quase meio-dia, e trevas cobriram toda a terra até as três horas da tarde; o sol deixara de brilhar. E o véu do santuário rasgou-se ao meio. Jesus bradou em alta voz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. Tendo dito isso, expirou.” Lucas 23:44-46
O sofrimento de Jesus atingiu seu ápice nos últimos momentos de sua vida, enquanto ele estava pregado na cruz. Ali, ele suportou dores físicas intensas, humilhação e abandono, carregando sobre si o peso dos pecados da humanidade. Mesmo diante de tamanha agonia, Jesus demonstrou perdão e compaixão, intercedendo por aqueles que o crucificaram. Em seus momentos finais, Jesus proferiu palavras de entrega e confiança ao Pai, manifestando sua obediência até a morte.
- Música: Tetelestai — Juventude (Diante do Trono)
Mensagem: Ir. Rivélliton César
Qual é o nosso papel nessa história?
A ressurreição e ascensão de Jesus representam a base da fé cristã, pois simbolizam a vitória sobre a morte e a confirmação de sua divindade. Após ressuscitar dos mortos, Jesus ascendeu aos céus, prometendo enviar o Espírito Santo para capacitar seus seguidores a continuarem sua obra de proclamar o evangelho e fazer discípulos em todas as nações. Como cristãos atuais, o dever de brilhar por Cristo e levar a mensagem da salvação é uma responsabilidade sagrada e urgente. Devemos refletir a luz de Cristo em nossas vidas diárias, testemunhando seu amor, graça e misericórdia em um mundo que tanto necessita de esperança. Ao vivermos de acordo com os ensinamentos de Jesus e compartilharmos sua mensagem de salvação, cumprimos nossa missão de sermos embaixadores do Reino de Deus e de manifestarmos o amor de Cristo a todos ao nosso redor.
- Música: Brilhar por Ti — Juventude (Novo Tom)
Avisos
Oração final
- Poslúdio: Galileu — Ministério de Louvor (Momento de comunhão) (Fernandinho)
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